
Grande São Paulo
Que saudade da Vila Mariana
De estar deitado naquela cama
Vendo o barulho dos carros ao passar
Daquela cidade que parece nunca parar
Que saudade do Ana Rosa
Das mulheres que ali deixei
Das camas que frequentei
E aquele prazer que sanava
Que saudade da Avenida Paulista
O coração do Brasil em uma única pista
Em dois caminhos sem ida e nem vinda
O gesto de ternura do frio e os sons da Vila Olimpia
Que saudade do meu Refúgio
Onde posso ser verdadeiramente poeta
Onde não me falta infinita inspiração
Que falta faz a minha cidade-coração.
Gustavo Dib, Café! 10 de Outubro de 2010
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