Gustavo Dib
Os sonhos são de barro
Assim como o homem
Na sua divindade
Sua verdade é contestável
Assim como tudo que não podemos ver
A vida é sem sentido
Assim como tudo que sentimos
Podemos dar sentido quando sonhamos
E mesmo que eu não viva
Posso por um sentido em tudo isso
Assim como navegar sem sair do lugar
Para redescobrir o mundo e andar
Viver sem sentido é não sonhar
Gustavo Dib, Café. 01 de Abril de 2010
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